; tento esquecer-te. deixei de falar de ti e de dizer o teu nome, deixei de o desenhar no espelho da casa de banho, quando o vapor inunda todas as superfícies. em vez disso, tenho o coração embaciado de dúvidas e o olhar desfocado pelo absurdo do teu silêncio continuado, o olhar de quem aprende a adaptar-se a uma luz desconhecida, a uma nova realidade :c . diz-me que voltas :" !
; as vezes só a memória toma conta do meu sofrimento (...) tento fazer das lembranças uma verdade infinita, mas nao consigo, porque isto? dói o coração, porque isto marca-me, porque o problema? o problema és tu que nao sais da minha cabeça, por muito mais que eu tente, por muito mais que queira (...)
; só quero que me digas: SIM, EU VOLTO BÁRBARA ! ;c
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